Não é triste ? perguntou. Você não se sente só? (...) Sorriu forte: a gente acostuma.
Em um dia regado de lágrimas e soluços, prometi a mim mesma que não iria me importar mais com laços e nós.
Notei que precisava trabalhar meu amor próprio, notar o quanto que sou bonita dentro do meu padrão de beleza, o quanto que sou simpática dentro do meu contrário de antipatia. O quanto que sou amiga, no meu contexto de amizade.. O quanto que eu preciso ser bonita, simpática e amiga pra mim mesma, e não pros outros.
Tenho percebido que mesmo perdoando (e sendo perdoada) por inimigos, levantando a bandeira branca no meio da guerra, nada muda. Sempre saio ferida, perde-se alguma coisa. Mas eu não sinto falta não, são consequências. O que eu ganho e o que eu perco ninguém precisa saber.
O ser humano mente, machuca e trai. E eu li em algum lugar que é preciso se afastar de tudo que me retém, me engana.. quer coisa mais auto-destrutiva do que insistir em algo que não vai a lugar algum?
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